CONGRESSO DO TRANSITO
sábado, 14 de setembro de 2013
fotos dos teste feito na VEGAS TRANSPORTE na BALIZA
NA SEXTA FEIRA FOI FEITO TESTE COM UM POUCO MAIS DE 50 PESSOAS NA BALIZA, MUITO BOM, OS QUE FORAM APROVADOS NA PRIMEIRA BATERIA, FOI DIVIDIDO EM DUAS TURMAS, NA SEGUNDA FEIRA DIA 16.09.2013, VAO PARA O TESTE DE RUA, , VAI SER O DIA TODO, O INSTRUTOR MARCO WILLAME, E O COMANDANTE DESSA TROPA, VAMOS TA JUNTO...
Calçadas podem virar responsabilidade de particulares
Uma das alterações diz respeito ao parágrafo 3º da lei, que trata das características que podem classificar uma calçada como inexistente (quando em desconformidade com as normas técnicas) ou em mau estado de conservação (na hipótese de apresentar buracos, ondulações ou desníveis não exigidos pela natureza do logradouro). Pelo novo texto, responsáveis por imóveis, edificados ou não, serão obrigados a promover a manutenção dos calçamentos e enfrentar essas situações.
Interesse público - A nova redação ainda possibilita a intervenção do Município, ao estabelecer que a administração pública promova ações preventivas ou reparatórias nos calçamentos. Atualmente, a lei em vigor proíbe o Poder Público de realizar essas manutenções, mesmo que sejam necessárias em áreas carentes ou tenham interesse público.
No entendimento do parlamentar, “a proposição está inserida em um contexto mais amplo de política de desenvolvimento urbano, uma vez que procura desenvolver o bem-estar de toda a população, melhorando as condições de acessibilidade e deslocamento. Mais do que a ordenação racional do espaço urbano, busca-se atuar de forma decisiva no processo de inclusão social e reafirmação da dignidade da pessoa humana”.
O projeto foi lido no pequeno expediente nessa semana, e segue para a Procuradoria Jurídica para instrução. Depois será analisado pelas comissões permanentes da Câmara de Curitiba antes de chegar ao plenário. Durante o trâmite, a proposição só pode ser arquivada pela Comissão de Legislação, Redação e Justiça, ou por iniciativa do próprio vereador.
Falta de fiscalização em autoescolas eleva acidentes de trânsito
O assessor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Dilson Souza, disse que faltam recursos e pessoal para fiscalizar os Detrans e o sistema como um todo. "Praticamente não existe fiscalização. O que nós temos visto nas poucas inspeções que fizemos nos Detrans é que, com raras exceções, as autoescolas não são pelo menos visitadas. Esta falta de presença dos órgãos oficiais causa um completo descumprimento das normas regulamentares", afirmou.
"Em São Paulo, nós teríamos 400 quilômetros de congestionamentos. Isso se apenas 5% das motos entrarem em circulação", disse Cané.
Acidentes
O projeto também determina a criação de faixas exclusivas para motos, quando possível. Outro texto em tramitação (PL 2872/08) propõe a circulação de motos pelos corredores apenas nos momentos de trânsito parado. Mas o técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Carlos Henrique Carvalho citou o grande número de acidentes envolvendo pedestres e motos, o que poderia aumentar com essa permissão.
A professora de saúde pública da Universidade de São Paulo (USP), Maria Helena Jorge, disse que o aumento da fiscalização após a entrada em vigor do atual código (1997) e após a Lei Seca (Lei 11.705/08) teve o efeito de reduzir acidentes. Ela disse que os motociclistas representaram 25% das mortes em acidentes de trânsito em 2010. Entre o total de acidentes, um quarto resulta em traumatismo craniano, o que revela a falta de capacete ou capacete inadequado. As mortes atingem principalmente homens entre 20 e 29 anos.
Aplicativo calcula a distância entre a casa e local de trabalho
O cálculo da distância é feito com base nas informações de geoposicionamento do Google Maps. Os dados exibidos ficam guardados para que a CoLabora identifique qual a média de deslocamento em cada cidade.
Em fase de testes, o aplicativo será lançado oficialmente durante a Semana da Mobilidade, que ocorre entre 16 e 22 de setembro.
“A nossa ideia é a partir disso para trabalhar fortemente iniciativas que reduzam o gasto de tempo do trabalhador no trânsito”, diz Borin.
O CoLabora é uma iniciativa de empresários para promover iniciativas de trabalho flexível, que não forcem os trabalhadores a longos deslocamentos diários.
Modelos disso são a semana comprimida (trabalhar mais horas por dia, mas menos dias por semana; dez horas de segunda a quinta, por exemplo), o horário flexível (para evitar a o pico de tráfego), home office (executar boa parte das funções em casa para não ter de ir todo dia ao escritório) e um regime de coworking (compartilhar espaços de trabalho com colegas que morem na mesma região).
Chamar os trabalhadores que moram longe do trabalho de sofredores e os que moram perto de sortudos é uma brincadeira, contemporiza Borin. “No trânsito, somos todos sofredores, porque gastar tempo no trânsito não é sorte nenhuma.”
Câmara aprova Bolsa-Formação para agentes de trânsito
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estende aos agentes de trânsito o direito de receber a Bolsa-Formação, benefício de R$ 443 mensais que faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça. O objetivo da bolsa é dar oportunidade de aperfeiçoamento profissional a trabalhadores da área de segurança pública.
Antes, o benefício estava disponível apenas para policiais militares, policiais civis, bombeiros militares, agentes penitenciários, agentes carcerários, peritos e guardas municipais. Os profissionais que têm direito à bolsa devem receber salário mensal de $ 1,3 mil a R$ 1,7 mil.
O projeto de lei foi criado em 2010 pelo deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA). Ele foi aprovado hoje pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), e já havia passado por outras três comissões: de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Finanças e Tributação. Se não houver recurso para que o projeto seja votado em plenário, ele irá para apreciação do Senado.
Para o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), relator do projeto na CCJ, "não era justo que esses profissionais (...) não fossem alcançados com a possibilidade de ter a bolsa-formação para sua capacitação e especialização". Segundo ele, aproximadamente 10 mil agentes de trânsito preenchem os requisitos para receber a Bolsa-Formação.
Antes, o benefício estava disponível apenas para policiais militares, policiais civis, bombeiros militares, agentes penitenciários, agentes carcerários, peritos e guardas municipais. Os profissionais que têm direito à bolsa devem receber salário mensal de $ 1,3 mil a R$ 1,7 mil.
O projeto de lei foi criado em 2010 pelo deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA). Ele foi aprovado hoje pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), e já havia passado por outras três comissões: de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Finanças e Tributação. Se não houver recurso para que o projeto seja votado em plenário, ele irá para apreciação do Senado.
Para o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), relator do projeto na CCJ, "não era justo que esses profissionais (...) não fossem alcançados com a possibilidade de ter a bolsa-formação para sua capacitação e especialização". Segundo ele, aproximadamente 10 mil agentes de trânsito preenchem os requisitos para receber a Bolsa-Formação.
Carro e moto tem a mesma culpa em acidentes
Os dados divulgados mostram que 88% dos acidentes envolvendo motos e carros na capital paulista acontecem por imprudência. Em 71% deles, os condutores de moto excederam o limite de velocidade.
Entre as vítimas, 21,3% tiveram dosagem positiva para álcool ou droga em, pelo menos, uma amostra biológica. O levantamento também mostra que 94% das colisões aconteceram com pista seca e 67%, durante o dia.
Segundo o estudo, 23% das vítimas não tinham habilitação para dirigir motocicleta. Desses, 67% tiveram lesões graves. Entre os que tinham habilitação o número de vítimas graves é menor: 43%. A maioria das vítimas (92%) é homem.
Para o estudo, durante três meses, foram coletados dados das vítimas em unidades hospitalares da Zona Oeste de São Paulo, como Pronto-Socorro Municipal Bandeirantes, no Pronto-Socorro da Lapa, no Hospital Universitário da USP e no Hospital das Clínicas. As equipes também coletaram dados no local do acidente.
Além da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o estudo teve a participação da Companhia de Engenharia de Tráfico (CET), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e da Associação Brasileira de Ciclomotores (Abraciclo).
Para mais informações, visite o site do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Pesquisa revela que ser motorista é uma das piores profissões
O estudo, baseado nas vagas anunciadas no site, analisou mais de 2.000 profissões. Cada uma delas recebeu uma pontuação a partir de diferentes critérios, incluindo potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado.
Os motoristas de ônibus e entregadores encabeçam o ranking dos piores trabalhos, que ainda inclui jornalismo e ser policial.
Segundo o site, esses profissionais lidam com prazos apertados, baixo potencial de aumento de salário, e uma longa e cansativa jornada de trabalho.
Já os engenheiros e profissionais de TI estão no topo da lista das melhores profissões, seguidos por cirurgiões e advogados.
Os motivos são a segurança no trabalho, maiores faixas salariais, podendo ultrapassar R$ 60 mil por ano, e bom desenvolvimento de carreira --segundo o site, a remuneração pode chegar a até oito vezes mais que o salário inicial.
A pesquisa também indicou quais são as profissões mais e menos promissoras. De acordo com o estudo, profissionais de TI e engenharia têm as melhores previsões graças aos desenvolvimento do mercado brasileiro. Nessas categorias, os desenvolvedores de web lideram esse ranking.
Já na lista de carreiras menos promissoras, recepcionistas e bibliotecários de destacam.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Estacionamento de motos com semirreboque
Suspensão modificada não será regularizada
Motivo da suspensão
No entanto, o órgão não vai impedir a circulação dos veículos que já possuem o Certificado de Segurança Veicular (CSV) e tiveram a altura modificada e regulamentada por oficinas credenciadas pelos Detrans.
A regularização das modificações não poderá ser feita até que o conteúdo técnico da resolução 292 seja analisado e revisado. A emissão de CSV e a inclusão de alterações na suspensão e modificações no Renavam estarão suspensas até o dia 28 de novembro de 2013.
Cuidados para pedalar na cidade
Pedalar na cidade grande exige cuidados que vão desde a escolha da rota até a compra da bicicleta e dos acessórios. Para além dos perigos, quem opta pela “magrela” nos trajetos curtos tem uma lista de benefícios: faz exercício físico, vê a cidade por outros ângulos, economiza tempo e dinheiro.
Segundo o ciclista Tarcísio Lima, a escolha da bicicleta deve estar atrelada ao tipo de utilização pretendida. Atualmente, existem muitas opções urbanas, que possuem desenhos mais confortáveis e têm menos acessórios. “A bike está relacionada ao uso e ao tipo físico da pessoa. As bicicletas urbanas, por exemplo, são mais minimalistas. São equipamentos fáceis de usar e não demandam manutenções extremas. Algumas têm desenhos específicos para as mulheres”, explica Tarcísio, que mantém o blog Pedala Ceará - página com instruções para quem deseja pedalar nos centros urbanos.
Vamos pedalar?
1. Pedale poucos quilômetros, na primeira experiência;
2. Evite encarar subidas e descidas;
3. Converse com quem pedala diariamente;
4. Tome cuidado com esquinas e cruzamentos;
5. Sinalize suas intenções para pedestres e motoristas;
6. Não tente acompanhar o ritmo de quem já está acostumado a pedalar na cidade;
7. Tente frear suavemente e com antecedência.
Segundo o ciclista Tarcísio Lima, a escolha da bicicleta deve estar atrelada ao tipo de utilização pretendida. Atualmente, existem muitas opções urbanas, que possuem desenhos mais confortáveis e têm menos acessórios. “A bike está relacionada ao uso e ao tipo físico da pessoa. As bicicletas urbanas, por exemplo, são mais minimalistas. São equipamentos fáceis de usar e não demandam manutenções extremas. Algumas têm desenhos específicos para as mulheres”, explica Tarcísio, que mantém o blog Pedala Ceará - página com instruções para quem deseja pedalar nos centros urbanos.
Vamos pedalar?
1. Pedale poucos quilômetros, na primeira experiência;
2. Evite encarar subidas e descidas;
3. Converse com quem pedala diariamente;
4. Tome cuidado com esquinas e cruzamentos;
5. Sinalize suas intenções para pedestres e motoristas;
6. Não tente acompanhar o ritmo de quem já está acostumado a pedalar na cidade;
7. Tente frear suavemente e com antecedência.
Os cuidados para conservar carros de cor preta
Marcos Canedo, proprietário da Carwash, loja especializada em limpeza e manutenção de pintura automotiva do Rio de Janeiro, recomenda uma atenção especial com a lavagem. “A lavagem de carros pretos deve ser feita, quando possível, duas vezes na semana. Não se deve encostar-se à pintura caso ele esteja empoeirado. Essa atitude pode marcar o verniz e provocar arranhões”, diz. Como não é possível deixar uma placa pedindo às pessoas para não se encostarem, o melhor mesmo é não descuidar da lavagem.
A utilização dos produtos corretos também é fundamental na hora da limpeza. “Para fazer a lavagem, o proprietário pode usar produtos encontrados em supermercados, como xampus neutros, ceras, esponjas e panos para esta finalidade. Deve-se usar água em abundância para retirar o sabão e fazer a secagem com panos de microfibra, esticando sempre o pano para evitar riscos na pintura”, afirma o especialista.
Canedo observa ainda que o motorista deve comprar sempre xampu automotivo neutro e biodegradável.
Quanto ao polimento, o recomendado para carros pretos é usar cera simples para diminuir o acúmulo de poeira e aumentar a duração da lavagem. Caso o carro já esteja com a pintura danificada, o melhor é levar a uma oficina especializada para realizar os procedimentos de cristalização e polimento para a recuperação do brilho.
Semana Nacional de Trânsito é comemorada em setembro
A Semana Nacional de Trânsito é comemorada anualmente em todo o país, entre os dias 18 e 25 do mês de setembro. O objetivo é sensibilizar a sociedade para a problemática provocada pelas mortes e mutilações no trânsito. Este ano o tema é Década Mundial de Segurança no Trânsito: Álcool, Outras Drogas e a Segurança no Trânsito, Efeitos, Responsabilidades e Escolhas.
Ano a ano cresce o número de órgãos gestores de trânsito, entidades sem fins lucrativos e da sociedade em geral que unem forças para debater o que vem sendo realizado e o que ainda pode ser feito para contribuir com a redução da violência viária, bem como, estabelecer um novo conceito de cidadania a partir do conhecimento das leis que regulamentam o trânsito.
A abertura nacional do evento será realizada em Brasília, no dia 17 de setembro pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. No Acre, a programação está sob a responsabilidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
Entre as atividades programadas está uma grande blitz educativa que será realizada simultaneamente em todos os estados brasileiros. Também estão programadas exposição fotográfica, cicleata e palestras.
A diretora do Detran, Sawana Carvalho explica que a ideia é contribuir para a conscientização dos condutores no sentido de adotar boas prática no uso das vias públicas. “Queremos buscar a sensibilização de todos, pois o trânsito é feito por pessoas. Precisamos unir forças no combate a essas tragédias que subtraem vidas e interrompem sonhos diariamente”, disse.
É recomendável lavar o motor do carro?
Marcelo diz ainda que o motor é projetado para trabalhar mesmo com sujeira. “Durante o projeto do motor, os engenheiros já pensam nesse assunto. O motor é feito para trabalhar daquela maneira. Muitas vezes a sujeira serve até como uma forma proteção”, completou o professor.
Se for extremamente necessário lavar o motor do carro, é preciso tomar alguns cuidados. Veja as orientações que estão nos manuais dos carros Volkswagem: não lave o motor quente; a lavagem só deve ser feita com a ignição desligada; não direcione jatos de água no revestimento da tampa do compartimento do motor; não dirija o jato diretamente sobre componentes elétricos (bateria, alternador, sistema de ignição e etc); proteja o reservatório de fluido de freio para evitar a contaminação por água.
Mistura de energético e álcool eleva risco de acidente
A conclusão é de um estudo inédito da USP, que envolveu 8.672 universitários das 27 capitais que relataram ter bebido nos últimos 12 meses.
Entre eles, 78,9% reportaram apenas o uso de álcool e 21,1% disseram ter misturado álcool e energéticos --3.361 estudantes foram excluídos da análise por terem usado também drogas ilícitas.
Nos EUA, pesquisas feitas pelo governo já apontaram um aumento no número de visitas ao pronto-socorro após o uso de energéticos.
O estimulante, com altas doses de cafeína (cada latinha equivale a três cafés expressos), mantém a pessoa acordada e com "pique" por mais tempo mesmo após o uso de bebida.
"Tomados com álcool, os energéticos podem mascarar os efeitos da bebida. A pessoa bebe mais sem perceber", diz o psicólogo Frederico Eckschmidt, pesquisador no departamento de saúde preventiva da USP e um dos autores do trabalho.
Ele explica que a combinação torna o sabor das bebidas mais doce, o que faz aumentar o consumo.
Baladas
O estudante de psicologia Victor, 25, (nome fictício), que costuma beber vodca ou uísque com energético, conta que a mistura dá "a ilusão de beber menos". "Alivia o gosto amargo da bebida e a queimação na garganta."
"Ainda que para muitos jovens ela não vá trazer complicação alguma, porque ele vai usá-la eventualmente, para um número razoável há uma maior vulnerabilidade", afirma o psiquiatra.
Segundo ele, o maior risco envolve pessoas que já fazem a mistura com a intenção de ficar mais alcoolizadas. "São os buscadores de sensações."
Guerra afirma, no entanto, que, por haver poucos estudos sobre a associação entre bebidas energéticas e álcool, não é possível dizer qual a dose segura para o uso e nem se há risco de dependência.
"Esse estudo é um ponto de partida para isso."
Eckschmidt diz que há limitações no trabalho. Não se sabe, por exemplo, se o maior fator de risco está na mistura das bebidas ou no excesso de álcool consumido por essa parcela de jovens. "São necessários mais estudos."
Aumento
Nos EUA, entre 2007 e 2011, mais do que dobrou o número de emergências médicas envolvendo bebidas energéticas. Cerca de 42% das pessoas tratadas tinham tomado a bebida com álcool ou outras substâncias, como remédios para deficit de atenção.
Entre os problemas de saúde relatados estavam ansiedade, dor de cabeça, arritmia cardíaca e ataques cardíacos.
Os fabricantes de bebidas energéticas dizem que os produtos não trazem perigos.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
As maiores distrações dos motoristas no trânsito
Fazer o uso do celular
Encontrar alguém falando ao celular é uma cena recorrente. Também, o país encerrou o mês de março de 2013 com 264,05 milhões de celulares em circulação, conforme dados da Anatel.
Em uma pesquisa realizada pelo Portal do Trânsito com 121 motoristas no período de 06 até 27 de maio de 2013, 51% dos motoristas admitem que fazem uso do celular no trânsito.
Uma pesquisa conduzida pelo National Safety Council (Conselho de Segurança Nacional) dos Estados Unidos indica que 25% dos acidentes de trânsito do país foram resultado do uso indevido de telefones celulares.
Conversar no celular quando ao volante reduz a concentração de um motorista em até 37%, levando-o a cometer tipos de erros semelhantes aos ocorridos quando se dirige embriagado, de acordo com estudo da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Celular e direção são uma mistura tão perigosa quanto conduzir um veículo alcoolizado. Isso porque falar ao telefone ou mandar SMS distrai o motorista e pode aumentar em 400% o risco de acidentes.
Embora 100% dos motoristas achem que falar ao telefone celular aumenta as chances de acidentes, 84% admitem usar o aparelho quando estão dirigindo. Os dados fazem parte de pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Falar ao celular é uma das infrações de trânsito mais comuns no Brasil; é uma epidemia. Quando foi aprovado o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, não havia o conhecimento que se tem hoje e a infração de falar ao celular é considerada média, punida com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Conversar com outros passageiros
Uma pesquisa do Centro de experimentação e segurança viária (Cesvi Brasil) revela que a atenção do motorista é desviada a cada 9 segundos. Os motoristas passam 18% do tempo em que estão dirigindo sem se concentrar na função de pilotar, isso sem levar em conta os possíveis acessórios tecnológicos que o motorista pode incorporar ao veículo e piorar ainda mais a situação. A culpa da distração são os olhares para as paisagens e situações que ocorrem na estrada, como o tempo olhando para os espelhos e observando pedestres na rua.
Além disso, o fato de conversar com outros passageiros, cuidar das crianças no banco de trás colaboram para que a atenção seja desviada.
Ouvir música
Uma tarefa simples como o ajuste da estação do rádio leva cerca de 1,5 segundo. Parece pouco, mas é o bastante para provocar um acidente, pois a 60 km/h o condutor percorre 25 metros sem olhar para a via. Uma pesquisa do Erie Insurance, órgão de segurança dos EUA, afirma que 2% dos acidentes estão associados ao uso do rádio.
Publicidade nas ruas
É muito comum, também, a presença de equipamentos como “orelhões”, postes, lixeiras, banca de jornais e até mesmo cavaletes com propaganda nas esquinas, reduzindo ainda mais a percepção dos movimentos de pessoas e veículos.
Em condições normais, nosso cérebro leva alguns décimos de segundo para registrar as imagens que enxergamos. Isso significa que, por mais atento que Você esteja ao dirigir um veículo, vão existir, num breve espaço de tempo, situações que você não consegue observar.
Fumar
Fumar enquanto dirige não é uma infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no entanto, o fato de fumar ao volante, muitas vezes faz com que o motorista dirija apenas com uma das mãos ou com o braço para fora para jogar as cinzas do cigarro. Ambas as ações estão previstas no CTB, no artigo 252 e são infrações médias, com multa de R$ 85,13 e o acréscimo de 4 pontos na CNH. Além disso, fumar pode causar diversos problemas para a saúde do motorista.
Encontrar alguém falando ao celular é uma cena recorrente. Também, o país encerrou o mês de março de 2013 com 264,05 milhões de celulares em circulação, conforme dados da Anatel.
Em uma pesquisa realizada pelo Portal do Trânsito com 121 motoristas no período de 06 até 27 de maio de 2013, 51% dos motoristas admitem que fazem uso do celular no trânsito.
Uma pesquisa conduzida pelo National Safety Council (Conselho de Segurança Nacional) dos Estados Unidos indica que 25% dos acidentes de trânsito do país foram resultado do uso indevido de telefones celulares.
Conversar no celular quando ao volante reduz a concentração de um motorista em até 37%, levando-o a cometer tipos de erros semelhantes aos ocorridos quando se dirige embriagado, de acordo com estudo da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Celular e direção são uma mistura tão perigosa quanto conduzir um veículo alcoolizado. Isso porque falar ao telefone ou mandar SMS distrai o motorista e pode aumentar em 400% o risco de acidentes.
Embora 100% dos motoristas achem que falar ao telefone celular aumenta as chances de acidentes, 84% admitem usar o aparelho quando estão dirigindo. Os dados fazem parte de pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Falar ao celular é uma das infrações de trânsito mais comuns no Brasil; é uma epidemia. Quando foi aprovado o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, não havia o conhecimento que se tem hoje e a infração de falar ao celular é considerada média, punida com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Conversar com outros passageiros
Uma pesquisa do Centro de experimentação e segurança viária (Cesvi Brasil) revela que a atenção do motorista é desviada a cada 9 segundos. Os motoristas passam 18% do tempo em que estão dirigindo sem se concentrar na função de pilotar, isso sem levar em conta os possíveis acessórios tecnológicos que o motorista pode incorporar ao veículo e piorar ainda mais a situação. A culpa da distração são os olhares para as paisagens e situações que ocorrem na estrada, como o tempo olhando para os espelhos e observando pedestres na rua.
Além disso, o fato de conversar com outros passageiros, cuidar das crianças no banco de trás colaboram para que a atenção seja desviada.
Ouvir música
Uma tarefa simples como o ajuste da estação do rádio leva cerca de 1,5 segundo. Parece pouco, mas é o bastante para provocar um acidente, pois a 60 km/h o condutor percorre 25 metros sem olhar para a via. Uma pesquisa do Erie Insurance, órgão de segurança dos EUA, afirma que 2% dos acidentes estão associados ao uso do rádio.
Publicidade nas ruas
É muito comum, também, a presença de equipamentos como “orelhões”, postes, lixeiras, banca de jornais e até mesmo cavaletes com propaganda nas esquinas, reduzindo ainda mais a percepção dos movimentos de pessoas e veículos.
Em condições normais, nosso cérebro leva alguns décimos de segundo para registrar as imagens que enxergamos. Isso significa que, por mais atento que Você esteja ao dirigir um veículo, vão existir, num breve espaço de tempo, situações que você não consegue observar.
Fumar
Fumar enquanto dirige não é uma infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no entanto, o fato de fumar ao volante, muitas vezes faz com que o motorista dirija apenas com uma das mãos ou com o braço para fora para jogar as cinzas do cigarro. Ambas as ações estão previstas no CTB, no artigo 252 e são infrações médias, com multa de R$ 85,13 e o acréscimo de 4 pontos na CNH. Além disso, fumar pode causar diversos problemas para a saúde do motorista.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Aprovado projeto que altera regime de registros de veículos
O projeto de lei nº 327/13, do Poder Executivo, que dispõe sobre o regime de concessão de serviço público de registro de contrato de financiamento de veículos com cláusula de alienação fiduciária, arrendamento mercantil, reserva de domínio ou penhor, foi aprovado na sessão plenária de ontem da Assembleia Legislativa. Hoje os serviços de registro de contratos de financiamento de veículos automotores (Sircof) e seus respectivos gravames (SNG) são realizados mediante convênios firmados entre o Detran-PR (Departamento de Trânsito do Estado do Paraná) e a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguro Privado e de Capitalização). De acordo com o projeto, essa concessão de serviço público será objeto de prévia licitação. Importante lembrar que os registros de contratos de financiamento de veículos com cláusula de alienação fiduciária são os registros públicos com informações relativas à propriedade dos veículos. Como exemplo é possível citar os registros de informações sobre vendas e transferências; informações sobre se o veículo está garantindo uma dívida; ou mesmo as informações sobre a existência de um financiamento bancário para o pagamento do veículo. Divulgação Em mensagem enviada ao Legislativo, o governo explica que a modalidade hoje utilizada, que é o convênio, pode vir a motivar questionamentos perante o Tribunal de Contas do Estado. Acrescenta que a proposição em discussão atende ao disposto na Constituição Federal (art. 21 c/c art. 175), no Código Civil (§ 2º do art. 3º), e na Resolução Contran nº 320/09 (§ 2º do art. 3º). E argumenta ainda que "o registro de contratos de financiamento é pautado pelo interesse público, pois visa manter atualizadas, nos bancos de dados dos órgãos estaduais de trânsito, todas as informações relativas à propriedade do veículo, sendo tal competência do órgão executivo de trânsito estadual ( Detran)". Segundo o deputado Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia, o Poder Executivo regulamentará a concessão, especificando seu objeto, extensão física, prazo e diretrizes que deverão constar no edital de licitação e no contrato. O projeto foi aprovado em primeira discussão com 46 votos favoráveis e nenhum contrário. Banestado Também passou pelo plenário da Assembleia Legislativa, em primeira discussão (com 42 votos "sim" e nenhum "não"), o projeto de lei do Executivo de nº 146/13, instituindo o Programa de Recuperação dos Ativos oriundos das operações de titularidade do Estado do Paraná adquiridos por ocasião da privatização do Banestado (Banco do Estado do Paraná S/A). O governo diz que o principal intuito é a uniformização de parâmetros para a quitação dos créditos pertencentes ao Estado, já que as regras atuais encontram-se esparsas em várias leis. A proposta estabelece que o Programa será administrado pela Fomento Paraná, instituição gestora dos ativos. Os recursos recuperados serão destinados a Fomento e ao FDE (Fundo de Desenvolvimento Econômico), constituindo um importante incentivo à economia paranaense, por intermédio da disponibilização de linhas de crédito com baixas taxas de juros.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Indenizações do DPVAT sobem 38% no primeiro semestre de 2013
As motocicletas continuam na liderança das estatísticas do Seguro DPVAT. Os acidentes envolvendo o veículo de duas rodas representaram 72% de todas as indenizações pagas pela Seguradora Líder DPVAT no semestre. A alta incidência de acidentes nesta categoria, apesar de as motos corresponderem apenas 27% da frota nacional, já vinha sendo apontada nos estudos anteriores da Seguradora. Os automóveis, que superam 60% da frota, foram responsáveis por 23% dos benefícios pagos.
Entre os casos de invalidez permanente, 76% foram em decorrência de acidentes com motocicletas. Essa categoria de veículo, também, é responsável pela maioria dos pedidos de reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS) com 69%. Já os automóveis foram os causadores da maioria das indenizações de morte, 46% do total.
De acordo com o levantamento, 76% das vítimas eram homens. Os jovens, na faixa de 18 e 34 anos entre homens e mulheres, representam 51% dos benefícios pagos no semestre. A maior incidência de vítimas foram os motoristas, 60%, e dentre estes, 54% foram do sexo masculino. Os pedestres foram as vítimas de 23% de todas as indenizações pagas.
“O número de indenizações por invalidez permanente é algo que chama atenção. Os jovens motociclistas, principalmente de 18 a 34 anos, têm um risco grande de se acidentarem e muitos ficam com uma invalidez permanente. Várias ações precisam ser somadas para mudar essa tragédia nas ruas, como campanhas educativas, incentivo ao uso de equipamentos de proteção, fiscalização, conscientização dos motoristas e dos pedestres, além da melhoria da mobilidade urbana das cidades”, analisa Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.
Para contribuir com o acesso de toda a população ao Seguro DPVAT, a Seguradora Líder DPVAT consolidou uma parceria com os Correios. Em junho deste ano, todas as agências próprias passaram a receber os pedidos de indenização, de forma gratuita. Com esta medida, são mais 7,4 mil pontos espalhados em todo Território Nacional, entre Seguradoras Consorciadas, Sindicato dos Corretores de Seguros, Corretor Parceiro e Correios.
sábado, 7 de setembro de 2013
Nas faculdades, não poderia ser diferente, quando se fala de transito, o assunto comove a todos, porque as vezes tem alunos que se recusa a fazer parte da palestra, mas quando se pergunta, aqui quem dirige, quem anda a pe, quem anda de bicicleta, quem aqui tropeçou na calcada," bem vindo ao mundo universal do transito"...
Essa Palestras sendo comentada em salas de cursinhos, e muito importante, ate porque, muitos deles, saem em direção de casa, eai, no caminho, resolve dar uma paradinha, e esquece que alguém em casa estava a sua espera, muitos volto, outros por falta de conhecimento, outros por inrresponsabilidade, mas se for premeditada essas palestras nas salas de aulas , em faculdades, esta sendo um sucesso, muito delas, questionas, e diz não conhecer certo tipos de infracoes, e se diz por sartifeitas...
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Colisão
Na avenida Duque de Caxias, Cruzamento com a Doutor Machado,
um ônibus e um Corolla colidiram nesta sexta feira de manhã, de ponto
facultativo, onde 15% da frota dos ônibus Circulam em Manaus, muitos deles vem
Amanhecidos, vindo de baladas, mesmo não estando bebendo, tomando bebidas
energética, quando dar aquele horário, a pessoa apaga, causou um grande transtorno nesse local.
Sono corresponde a 42% dos acidentes de trânsito no Brasil
“Uma noite mal dormida traz consequências mais ou menos intensas no dia seguinte. O corpo sofre com a sonolência e a lentidão, e a mente fica cansada. Isso interfere no desempenho do indivíduo no trabalho, além de aumentar as probabilidades de acidente não somente no trânsito, mas até em afazeres domésticos. Esse ciclo contínuo causa o estresse, que por sua vez é um fator importante causador de distúrbios do sono. Pronto! Formou-se um circuito vicioso, muitas vezes difícil de romper”, explica a Dra. Anna Helena.
Tratamento alternativo
Os medicamentos homeopáticos são uma alternativa para amenizar os impactos do estresse, da ansiedade e, consequentemente, dos distúrbios do sono que podem causar acidentes de trânsito. “O tratamento homeopático não tem efeitos colaterais indesejáveis e graves. Eles também podem ser usados por tempo indeterminado, sem que causem dependência ou resistência à ação do medicamento”, ressalta a médica. “A homeopatia tem suas peculiaridades, forma de anamnese, análise evolutiva, e conduta que muitas vezes se diferenciam das características da alopatia, sem deixar de dar bons resultados”, avisa Dra. Anna Helena.
Sistema pode evitar acidentes por conta de maus motoristas
A Honda está estudando para se não resolver, pelo menos atenuar esse problema crescente. Há alguns anos ela vem desenvolvendo uma tecnologia chamada Vehicle-to-Pedestrian, que utiliza GPS e um sistema chamado Comunicação Dedicada de Curto Alcance (ou DSRC na sigla em inglês) para avisar motorista e pedestre quando ambos estão se aproximando de uma forma perigosa.
Funciona assim: enquanto o pedestre/motorista está parado ou em casa o recurso permanece em standby, mas passa a funcionar assim que ambos entram movimento. O sistema passa a enviar sinais de curto alcance tentando identificar possíveis veículos ou pedestres em rota de colisão. Do lado do motorista um painel instalado no carro avisa e emite sons quando há risco iminente de colidir com um transeunte, inclusive identificando o que ele está fazendo, se falando ao telefone, ouvindo música ou outras coisas. Do lado do pedestre, um app se encarregará de tocar um alarme estridente e avisar em letras garrafais e amigáveis que um carro se aproxima.
O recurso prevê uma série de cenários, desde distração mútua até casos de visão obstruída por outros veículos e saídas de estacionamentos. A Honda também prevê um cenário onde não um pedestre, mas um motociclista com visão limitada se aproxima, e no caso apenas o motorista do carro (ou o pedestre) poderá reagir.
A Honda está trabalhando em conjunto com a Universidade de Michigan para levar seu sistema para outras montadoras, pois sua intenção não é restringí-lo apenas a seus próprios veículos. Se tudo der certo a tecnologia estará disponível daqui a alguns anos.
Dirigir "bem" evita o consumo desnecessário de combustível
As chamadas “esticadas de marcha”, conforme Dias, são responsáveis por aumentar o gasto de combustível. O motorista também deve atentar para a calibragem dos pneus. “A falta de pressão adequada nos pneus implica no aumento do consumo”, afirma Dias.
O professor da UFC fala que quanto maior a quantidade de itens em uso no carro, a exemplo do ar-condicionado, luzes e componentes como a direção hidráulica, elevam o gasto de combustível. “O carro consome mais porque são acionados diversos mecanismos e por causa do atrito para geração de energia”, afirma.
Para o ar-condicionado, é indicado desligá-lo alguns minutos antes de chegar ao destino. “O ar-condicionado é responsável por cerca de 20% de aumento no consumo de combustível”, disse Kalume Neto, da Jato Dynamics.
Limpeza
A limpeza do automóvel também tem papel decisivo na economia. O barro acumulado nas rodas gera sobrepeso para o carro. O filtro de ar sujo diminui o fluxo de corrente para o motor e prejudica a mistura do combustível com o ar. Já o óleo vencido prejudica a ignição, sistema de escape, além de deixar o motor desregulado, causando o desgaste prematuro das peças e a consequente elevação do consumo de combustível.
Etiquetagem Veicular
Um mecanismo que ajuda o condutor a escolher o modelo mais econômico foi criado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), em 2009. Chamado de Programa de Etiquetagem Veicular funciona de forma voluntária, com as montadoras oferecendo os automóveis para a avaliação de eficiência energética.
Os veículos são submetidos a testes de rodagem, que simulam condições de dirigibilidade, na estrada ou no trânsito urbano. Cada automóvel recebe uma etiqueta (afixada no vidro) contendo a autonomia em km por litro de combustível na cidade e no meio rodoviário, além de informações sobre a emissão de CO2.
Os carros são divididos em subcompactos, compactos, médios, grandes, comercial, fora da estrada (off-road), veículo utilitário esportivo (SUV), minivan e carga/derivado.
Os três problemas mais comuns ao viajar de carro
2- Arrefecimento-
3- Freios- Outro cuidado que o motorista precisa ter antes de pegar uma estrada e que deixa muitos na mão, é o relacionado ao sistema de freios. Peças desgastadas ou com vazamentos, além de por em risco a segurança, podem causar transtornos durante a viagem, e aquilo que deveria ser só lazer, termina em cima de um guincho. Ao pisar no pedal de freio acionamos as quatro rodas e uma quantidade considerável de peças que precisam estar em boas condições. Se a viagem inclui trechos em serra ou grande declives, o sistema de freios tem uma importância ainda maior e deve ser usado junto com o freio motor (descer com uma marcha engatada). Os problemas mais comuns são o superaquecimento das peças de atrito causando uma fadiga dos materiais e a ebulição do fluido de freios ( quando este está contaminado). Faça sempre a manutenção preventiva do sistema, obedecendo o que é indicado no manual do proprietário.
De uma forma geral, antes de “pegar” uma estrada é preciso ter a certeza de que o veículo está em boas condições. Para tanto uma visita ao mecânico é sempre aconselhável. Itens como palhetas, lâmpadas, chave de roda, marcador de combustível, itens de sinalização obrigatória como triangulo e pisca alerta além de uma documentação em dia, também devem ser observados antes da viagem.
Comprar carro em leilão é um bom negócio?
O valor baixo atrai, mas veículos a venda em leilões exigem pesquisa e atenção. Veja dicas para fazer um bom negócio na compra de automóveis que estão nos pátios do Detran, Receita Federal, seguradoras ou instituições especializadas
Para fechar um bom negócio na compra de um automóvel a pesquisa é oportunidade. Principalmente se o carro vier de um leilão. Organizados pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito), Receita Federal, seguradoras ou instituições especializadas, o valor final pode variar até 60% de acordo com especialistas. Porém, cuidado nunca é demais.
Alguns veículos vão parar no pátio por causa de sinistro (roubo, colisão ou perda total), falta de pagamento, documentação insuficiente, IPVA irregular, entre outros. De acordo com o advogado Mario Cordeiro, o ideal é conhecer o lote antes. Muitos leiloeiros avisam com antecedência da realização e disponibilizam os automóveis para visitação, porém alguns são liberados apenas horas antes.
Seguem 10 dicas para uma boa compra de carros em leilões:
1.) Antes do primeiro lance, participe como ouvinte. Entenda como funciona e se realmente esse tipo de negócio é interessante para você.
2.) Se possível, verifique a placa do veículo pelo site do Denatran alguma eventual pendência.
3.) Junto ao mecânico ou especialista de sua confiança, avalie se é um bom negócio. Alguns locais não deixam ver a mecânica ou parte elétrica, mas a lataria, vidros, pneus e outros itens estão à mostra e podem representar um valor alto na restauração ou reforma posterior.
4.) Começados os lances, não deixe-se levar pela emoção.
5.) Normalmente os pagamentos são à vista. Programe-se.
6.) Lembre-se que as taxas de documentação e despesas do processo são de responsabilidade do comprador.
7.) Porém, valores referentes a dívida anterior como multas, tributos ou demais encargos legais são abatidos do valor arrecadado ou cobrado do antigo proprietário, conforme a constituição (Art. 328 do Código de Trânsito Brasileiro - Lei 9503/97).
8.) Faça todas as contas do que vai gastar com o carro para tirá-lo do pátio e depois na manutenção. Se comprar pensando numa restauração, esteja certo que realmente conhece o assunto. Pois muitos proprietários desistem na metade do processo, perdendo dinheiro e a paciência.
9.) Não raro, seguradoras recusam a fazer seguro de veículos de leilão que apresentem avarias ou comprometam a segurança do motorista. Laudo feito por locais autorizados pelo INMETRO pode ajudar, mas tem custo extra.
10.) No caso de compras de automóveis antigos, especialmente de carros placa preta através de instituições especializadas, o advogado Mario Cordeiro aconselha: "Peça o certificado de originalidade e autenticidade. Procure saber se não houveram modificações posteriores ao emplacamento, pois pode ocasionar a perda da placa, seus benefícios e apreensão do veículo". (Resolução Nº 56, de 21 de maio de 1998).
Antigamente carros apreendidos tinham o chassi recortado e eram vendidos aos desmanches. Porém, desde 2005, os Detrans foram autorizados a leiloarem carros com autorização para voltar às ruas, ainda que essa prática não seja adotada por todos os Estados. Pesquise antes.
Sites consultados: Denatran (Departamento Nacional de Transito),IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e Meu Bolso em Dia.
Alguns veículos vão parar no pátio por causa de sinistro (roubo, colisão ou perda total), falta de pagamento, documentação insuficiente, IPVA irregular, entre outros. De acordo com o advogado Mario Cordeiro, o ideal é conhecer o lote antes. Muitos leiloeiros avisam com antecedência da realização e disponibilizam os automóveis para visitação, porém alguns são liberados apenas horas antes.
Seguem 10 dicas para uma boa compra de carros em leilões:
1.) Antes do primeiro lance, participe como ouvinte. Entenda como funciona e se realmente esse tipo de negócio é interessante para você.
2.) Se possível, verifique a placa do veículo pelo site do Denatran alguma eventual pendência.
3.) Junto ao mecânico ou especialista de sua confiança, avalie se é um bom negócio. Alguns locais não deixam ver a mecânica ou parte elétrica, mas a lataria, vidros, pneus e outros itens estão à mostra e podem representar um valor alto na restauração ou reforma posterior.
4.) Começados os lances, não deixe-se levar pela emoção.
5.) Normalmente os pagamentos são à vista. Programe-se.
6.) Lembre-se que as taxas de documentação e despesas do processo são de responsabilidade do comprador.
7.) Porém, valores referentes a dívida anterior como multas, tributos ou demais encargos legais são abatidos do valor arrecadado ou cobrado do antigo proprietário, conforme a constituição (Art. 328 do Código de Trânsito Brasileiro - Lei 9503/97).
8.) Faça todas as contas do que vai gastar com o carro para tirá-lo do pátio e depois na manutenção. Se comprar pensando numa restauração, esteja certo que realmente conhece o assunto. Pois muitos proprietários desistem na metade do processo, perdendo dinheiro e a paciência.
9.) Não raro, seguradoras recusam a fazer seguro de veículos de leilão que apresentem avarias ou comprometam a segurança do motorista. Laudo feito por locais autorizados pelo INMETRO pode ajudar, mas tem custo extra.
10.) No caso de compras de automóveis antigos, especialmente de carros placa preta através de instituições especializadas, o advogado Mario Cordeiro aconselha: "Peça o certificado de originalidade e autenticidade. Procure saber se não houveram modificações posteriores ao emplacamento, pois pode ocasionar a perda da placa, seus benefícios e apreensão do veículo". (Resolução Nº 56, de 21 de maio de 1998).
Antigamente carros apreendidos tinham o chassi recortado e eram vendidos aos desmanches. Porém, desde 2005, os Detrans foram autorizados a leiloarem carros com autorização para voltar às ruas, ainda que essa prática não seja adotada por todos os Estados. Pesquise antes.
Sites consultados: Denatran (Departamento Nacional de Transito),IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e Meu Bolso em Dia.
Contran suspende resolução que regulamentava carros rebaixados
Felipe Pelizzare, membro e um dos organizadores do clube Comunidade Tuning levanta mais questionamentos: "Em momento algum o Contran explicou porque foi feita a suspensão dessa resolução. Se mudar, que seja pra melhor", comenta. Lúcio Araújo ainda lembra que "o pessoal dos carros rebaixados não é unido, não temos ninguém no governo para olhar nossos interesses. Somos peixe pequeno", finaliza.
E vocês, acham que o Contran vai mantér a suspensão de modificações na suspensão do carro? E se houver uma nova regulamentação, ela será mais restritiva?
Agentes de trânsito pedem qualificação para Copa de 2014
A categoria reclamou que não recebe curso de idiomas para atender aos turistas estrangeiros. Além disso,
Na mesma linha, o presidente da Comissão de Turismo e Desporto, deputado Valadares Filho (PSB-SE), destacou que a qualificação dos agentes de trânsito pode se tornar um dos legados da Copa. "Que a gente tenha a possibilidade de, por meio desses eventos e e da melhor qualificação, valorizar ainda mais o trabalho que eles fazem à sociedade no dia a dia, para que a gente possa deixar um legado. A Copa do Mundo vai passar, mas os agentes de trânsito vão continuar fazendo o trabalho para o povo brasileiro, e eles precisam de condições para isso."
Regulamentação da carreira
Simulador de direção: antes ou durante as aulas práticas?
Muito interessante o resumão na tela com o desempenho do candidato, as infrações que cometeu, até porque isso indica o que ele precisa melhorar.
Mas, eu entendo que a aprendizagem inicial, pelo menos, a parte em que o aluno é apresentado pela primeira vez ao veículo tem que ser presencial, o mais realista possível, e não virtual. Depois sim, utiliza-se o simulador de direção para o acompanhamento e aperfeiçoamento da aprendizagem prática do aluno.
Até porque o total de horas aula no simulador, cinco, com duração de 30 minutos e intervalos de meia hora, de acordo com a Resolução nº 444, de 25 de junho de 2013, não é suficiente para a etapa inicial de aprendizagens básicas, tais como pisar nos pedais, trocar marchas, dentre outras. Dirigir em condições adversas de tempo é questão básica de direção defensiva e beneficia mais, nesse caso, quem já tem noções avançadas de direção.
O intuito do simulador é muito bom e que fique claro que não sou contra essa ferramenta poderosa de aperfeiçoamento da aprendizagem, claro, desde que ela seja usada no momento oportuno. Ou seja, assim que o aluno já tem construídas as noções básicas de direção, de domínio do carro, de direção defensiva, não antes das aulas práticas e, por consequência, antes da Licença para Aprendizagem da Direção Veicular (LADV).
Se a finalidade do simulador de direção é verificar como o aluno vai dirigir na chuva, sob neblina, com condições adversas e com obstáculos na via, respeitando a velocidade, a sinalização e outros fatores é óbvio que o aluno terá que aprender a dirigir primeiro. Ou, pelo menos, saber colocar o carro em movimento, ter noções avançadas de direção.
Caso contrário, o aluno deixará para aprender a pisar nos pedais com o simulador, o carro ficará parado, engasgando, empacando e uma lista enorme de infrações de trânsito aparecerá no resumão mostrado na tela para um aluno que sequer sabe dirigir.
Alguém já pensou no impacto negativo disso para o aluno que nem começou a aprender a parte prática e já é reprovado de cara pelo simulador de direção? Qual a sensação de ver uma lista enorme de erros antes mesmo de começar a aprender?
Que comentários esse aluno fará com os outros candidatos? Que dirigir é difícil? Que nunca vai conseguir dirigir? Ficará assustado?
É por essas e outras que penso que a utilização do simulador de direção teria bem mais utilidade durante as aulas práticas para complementar e aperfeiçoar a aprendizagem iniciada no carro de verdade. Afinal, nem todos que aprenderão no simulador de direção já brincaram naqueles games que costuma ter no shopping, em que a gente compra a ficha, coloca na máquina e já sai competindo.
Uma questão me parece óbvia: não colocar a carroça na frente dos bois.
Resolução 444
RESOLUÇÃO Nº 451, DE 28 DE AGOSTO DE 2013
Altera o prazo previsto no artigo 7º da Resolução CONTRAN nº 427/2012, com a redação dada pela Resolução CONTRAN nº 440, de 28 de maio de 2013, que estabelece condições para fiscalização pelas autoridades de trânsito, em vias públicas, das emissões de gases de escapamento de veículos automotores de que trata o artigo 231, inciso III do CTB.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12, da lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito – SNT;
Considerando a necessidade de adequar a regulamentação da fiscalização de emissão de gases as normas vigentes que tratam do uso de equipamentos de fiscalização, metrológicos e não metrológicos; e Considerando o que consta do processo administrativo nº 80001.009917/2009-45;
Altera o prazo previsto no artigo 7º da Resolução CONTRAN nº 427/2012, com a redação dada pela Resolução CONTRAN nº 440, de 28 de maio de 2013, que estabelece condições para fiscalização pelas autoridades de trânsito, em vias públicas, das emissões de gases de escapamento de veículos automotores de que trata o artigo 231, inciso III do CTB.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12, da lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito – SNT;
Considerando a necessidade de adequar a regulamentação da fiscalização de emissão de gases as normas vigentes que tratam do uso de equipamentos de fiscalização, metrológicos e não metrológicos; e Considerando o que consta do processo administrativo nº 80001.009917/2009-45;
RESOLVE:
Art. 1º Alterar o artigo 7º da Resolução CONTRAN nº 427/2012, alterada pela Resolução CONTRAN nº 440 de maio de 2013, que passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 7º Esta Resolução entrará em vigor no dia 1º de outubro de 2013.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação
Art. 1º Alterar o artigo 7º da Resolução CONTRAN nº 427/2012, alterada pela Resolução CONTRAN nº 440 de maio de 2013, que passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 7º Esta Resolução entrará em vigor no dia 1º de outubro de 2013.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação
Transporte de Valores – prerrogativa ou abuso?
O Código de Trânsito Brasileiro, em vigor desde 1998, trouxe no Art.29, inc. VII a previsão da livre parada e estacionamento na prestação de serviço de utilidade pública, porém, com a observação de que essa prerrogativa ocorre quando o atendimento ocorre NA VIA. Sob esse aspecto somos forçados a crer que a Resolução 679/87 foi recepcionada e em 2008 substituída pela Res. 268, a qual manteve as os mesmos princípios da anterior, porém o serviço deve ser prestado na via.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
"Fui ali rapidinho", "é que eu não vi" e as desculpas dos motoristas
O 'jeitinho' brasileiro nas ruas. O motorista sabe que está errado, mas ao invés de simplesmente admitir, não. Prefere negar ou inventar uma desculpa esfarrapada, daquelas que levam agentes de trânsito, funcionários do parquímetro e até policiais militares a se perguntar: será que eu tenho cara de bobo?
Os "fui ali só 5 minutinhos" é o campeão, segundo o agente de trânsito Renato Brito Alves, de 35 anos. Nas ruas há dois, ele fala do 'problema' em confundir as cores do semáforo, já que para os motoristas que passaram no vermelho, o sinal sempre está amarelo ainda. Uso de celulares à parte, as desculpas de quem foi 'pego' com o aparelho em mãos também são as mais variadas.
A tendência é negar de primeira. "Mas eu não estava falando, estava só vendo quem ligou. Ou então dizem que estavam só vendo as horas. Mas desconhecem que a infração de trânsito não é falar e sim usar o celular em trânsito", comenta.
Quando o assunto é blitz, as desculpas crescem e muitas mães são colocadas à beira da morte. "Um monte de gente sempre está indo buscar a mãe no hospital", relata.
O orientador de tráfego, Valdinei da Silva Santos, de 40 anos, é quem começa a rir logo de cara, quando escuta a pergunta do que ele já ouviu de justificativa. A sinalização é clara e o motorista pode até não se lembrar, mas ele desce do carro e precisa 'passar' pelo parquímetro para andar à rua. Ou seja, não tem como ele não ver o reloginho.
"É cada uma, olha as pessoas acham que a gente é burro. Esses dias mesmo chegou um carro com placa de Dourados e quando me viu notificando perguntou o que era o Flexpark que ele nunca tinha ouvido falar. Eu perguntei de qual cidade você é? Quando ele disse Dourados, eu falei você está de sacanagem comigo, porque em Dourados também tem e aliás é até o mesmo dono. Ele ficou todo sem graça", relembra.
No cotidiano de fiscalizar que não conectou o chaveiro no parquímetro, Valdinei sempre chega, para um pouco, dando até chance para o motorista aparecer, mas é só abrir o bloco de notificações que os condutores aparecem e com as mais variadas desculpas. "Ai eu não te vi aí, mas como não me viu? Eu sou invisível agora? Foram só 5 minutinhos... Mentira, o cara estava era comendo salgado na lanchonete", conta.
Agora o que chega até tirar gente do sério é ouvir motorista dizer que não conhece o parquímetro. "Até quem anda à pé sabe. É que eles acham que a gente multa, mas não. Isso é só uma notificação, mas neste trabalho a gente ouve tanta besteira", desabafa.
Policial de trânsito há 10 anos, o sargento Adilson Soares de Oliveira, de 38 anos, já escuta o que o brasileiro tenta empurrar como verdade. "Todo mundo faz". Quando a história é falta de documentos como licenciamento e a própria carteira de habilitação, se ouve que a condição está difícil ou então que falta tempo.
"Existe também os que sempre estão indo acudir alguém doente, ou os próprios condutores, geralmente mulheres, que dão a desculpa de que estão grávidas e passando mal", completa.
Um caso em especial ele guarda na cabeça até hoje. De um condutor que tinha todos os documentos no bolso, exceto a CNH. "O cidadão inha tudo, até carteira de reservista e de trabalho e não estava com a CNH, veio dizendo que justamente aquele documento ele tinha esquecido na casa da sogra".
A clássica das ruas são as promessas, diz ele. "Se você me liberar hoje, eu prometo que amanhã ou então semana que vem eu te mostro. Eu pago, eu tiro... Essa não cola", adverte.
Mas a melhor das histórias é do policial militar Paulo Alberto Doreto. No caso não foi nem a desculpa que era esfarrapada, mas a justificativa verdadeira, embora errada, de um motorista para o excesso de velocidade foi de tamanha criatividade que vale fechar a matéria.
"Era serviço na avenida Afonso Pena quando um Minicooper passou a trocentos por hora. Nós fomos atrás, a gente só conseguiu abordar na altura da Cigcoe quando ele já estava voltando. Fechamos a via, aí ele parou. Quando eu abordei ele disse que tinha acabado de comprar o carro e que antes tinha um Camaro que não corria o tanto que ele queria. E naquele dia ele estava vendo se o Minicooper corria o suficiente para agradá-lo". O condutor, claro, teve o carro apreendido e a CNH tomada pelos policiais.
PL torna infração grave estacionar em vaga de idoso ou deficiente
O substitutivo reúne mais três mudanças ao CTB. Além de rever o detalhamento da sinalização rodoviária indicativa de pronto-socorro, altera o rol de equipamentos de uso obrigatório em bicicletas e permite nova contagem do prazo para contestação de infração ou pagamento de multa após atualização do endereço do motorista junto à autoridade de trânsito.
No primeiro caso, o relator julgou que o acréscimo de informações nas placas de sinalização rodoviária sobre a distância e a localização do pronto-socorro mais próximo vai agilizar o atendimento a vítimas de acidentes. A medida constava do PLC 172/2008, também aproveitado pelo substitutivo.
Também foi acordado com a dispensa da exigência de campainha e espelho retrovisor como itens de uso obrigatório pelos ciclistas, proposta no PLC 74/2008. Na sua avaliação, a exigência destes equipamentos encareceria o preço da bicicleta sem oferecer “ganho aparente de segurança” para o trânsito em geral e o ciclista em particular.
Por fim, Anibal resolveu aproveitar parcialmente o PLC 165/2008, que modificava procedimentos relativos à notificação de infração. O substitutivo considerou válida a notificação devolvida por desatualização de endereço se o motorista não tiver comunicado a mudança dentro de 30 dias da devolução do documento. Mas admitiu o reinício da contagem do prazo para apresentação de recurso ou pagamento de multa caso a atualização de endereço aconteça no período estabelecido acima.
Ao fundir as quatro propostas detalhadas no substitutivo, Anibal optou por rejeitar as outras 20 que tramitavam em conjunto. Ele justificou sua decisão com o argumento de que se mostravam dispensáveis, inviáveis ou sugeriam medidas de eficácia duvidosa.
Até 2025, 60% dos automóveis estarão conectados à internet
De acordo com especialistas do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), a maior organização professional técnica do mundo, em 2025 cerca de 60% dos carros nas ruas poderão estar conectados à internet e utilizando serviços online.
Essa conexão abrirá portas e possibilitará que novos recursos de segurança sejam criados. A conectividade com a internet será algo comum e normal, como os freios ABS ou os Airbags são hoje. Com a ampla adoção, os carros conectados serão vistos pelos consumidores como mais um dos seus dispositivos, assim como os smartphones e tablets. Ou ao menos é isso o que os técnicos do IEEE prevêm.
Os planos para os carros conectados são ambiciosos. Eles não apenas poderão se conectar com seus smartphone para tocar músicas, mas desempenharão um papel importante na segurança no trânsito. Com a comunicação entre os próprios carros, será possível viajar a velocidades maiores mesmo estando mais próximo de outros carros, tudo isso de forma mais segura. Também será possível evitar más condições climáticas ou rodovias engarrafadas, como afirma Christoph Stiller, membro do IEEE e professor da Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha. "Por causa desses recursos, os erros humanos são praticamente removidos da equação, fazendo com que a experiência seja mais segura e agradável".
Invasão de hackers: o lado ruim da conectividade?
Invasão de hackers: o lado ruim da conectividade?
Se por um lado a internet abre novas possibilidades, por outro ela pode ser prejudicial se os devidos cuidados não forem tomados. As empresas terão que investir em segurança e firewalls para que os sistemas dos carros não sejam hackeados, o que poderia ser um grande problema para os motoristas. Dependendo de como o sistema seria montado, os hackers poderiam ter acesso ao sistema de som do veículo, ou ainda pior, desativar a ignição e substituir sistemas de frenagem instalando trojans e vírus.
O futuro dos automóveis
É claro que ainda é difícil prever como este cenário será em 2025, mas o IEEE já foi além e previu que em 2040, 75% dos carros serão carros autônomos, capazes de dirigir sozinhos. Empresas como a Volvo e até a Google já estão investindo em projetos de carros autônomos, que não devem demorar muito até se tornarem uma realidade no mercado.
Para Alberto Broggi, membro senior do IEEE e professor da Universidade de Parma, Itália, no futuro as pessoas pagarão para dirigir os carros manualmente, do mesmo modo como hoje pagamos por uma corrida de kart.
O grave problema do uso do celular no trânsito
Se celular e direção já formam uma combinação de risco, digitar uma mensagem no celular potencializa ainda mais o perigo. A pessoa que digita ao celular precisa tirar as mãos do volante, se concentrar em um teclado minúsculo e ainda pensar na elaboração dos textos. Pesquisas americanas mostram que o celular viva-voz é ainda mais perigoso que o celular comum.
De acordo com dados da Agência Nacional de Segurança Viária dos Estados Unidos, mais de 3.300 pessoas foram mortas, em 2011, e 387 mil ficaram feridas em acidentes envolvendo motoristas distraídos. Dirigir distraído é uma epidemia grave e mortal nas estradas americanas nos dias atuais. Os EUA, desde 2011, realizam pesquisas anuais para avaliar a distração de motoristas ao dirigir. A pesquisa de 2012 ouviu mais de 6 mil motoristas e apontou que 48% deles relataram falar ao celular enquanto dirigem. A recomendação é parar o carro quando for estritamente necessário atender o celular.
No ato de dirigir um automóvel, dentre 90% a 95% das informações necessárias para gerenciar os riscos estão associadas à visão. Ao desviar o olhar para atender o celular ou tocar o visor do aparelho, o condutor começa um voo cego. O celular promove tanta distração que dificilmente o motorista conseguirá se lembrar do que ocorreu no trânsito. Às vezes, não se recorda até por onde passou enquanto estava telefonando.
Falar ao celular é uma das infrações de trânsito mais comuns no Brasil; é uma epidemia. Quando foi aprovado o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, não havia o conhecimento que se tem hoje e a infração de falar ao celular foi considerada média, punida com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na CNH.
Há no Congresso Nacional projetos de lei em andamento para tornar a infração de falar ao celular grave e render 5 pontos na CNH. Mais do que isso, a intenção é a de salvar vidas, dos próprios motoristas e acompanhantes, mas principalmente daqueles que são vítimas de motoristas egoístas e irresponsáveis, sem o menor amor ao próximo. Ele é tão culpado quanto aquele que bebe e acha que está em condições de dirigir.
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